Prevenção ao suicídio é destaque

 

Prevenção ao suicídio é destaque

No Brasil, o mês de setembro é dedicado à prevenção ao suicídio desde 2015, intitulado Setembro Amarelo, visa a conscientizar as pessoas sobre a prevenção ao suicídio.

Segundo a OMS, são registrados mais de 12 mil casos de suicídio todos os anos no país e mais de 1 milhão no mundo, onde os mais afetados são jovens entre 15 e 29 anos, e 96,8% dos casos de suicídio estava relacionado a transtornos mentais, transtorno bipolar e o uso substâncias.

Na primeira quinzena de setembro, as atividades realizadas trataram as causas, mitos e sinais de alerta, com o tema “Quando o Sentimento Transborda”, a programação discutiu o suicídio de forma aberta, transparente e sensível.

A primeira palestra, realizada em 1º de setembro, teve como tema “Pais, Últimos a Saberem?” e contou com a apresentação de Aparecida Raimundo e Cíntia de Oliveira, psicólogas da Casa do Adolescente do Ambulatório Médio de Especialidades Luiz Roberto Barradas Barata (AME – BARRADAS) que emocionou a todos, como conta Renata de Martin Penitenti, psicóloga do Hospital Geral de Itapecerica da Serra.

“A palestra de hoje mexeu em alguns tabus”, disse. “ver o depoimento de pessoas que passaram por isso, nos faz repensar sobre nossa atuação no dia a dia, no cuidado, atenção e valorização do ser humano”, falou Penitenti. “A vida é importante. Nós que somos profissionais de saúde devemos estar atentos e estender a nossa mão e ajudar” conclui Renata.

Link para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=C6pEUa82f7E&t=3192s

O segundo webinar, foi realizado no dia 8, com o tema: “Suicídio: precisamos falar sobre isso”, no qual o psiquiatra Dr. Sadi Lanzarin e os psicólogos Luiz Azarias e Adriana de Lima, do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, compartilharam os mitos e verdades sobre o assunto, além de dados informativos e experiências que contribuíram para o aprendizado dos participantes.

Link para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=W3gwkBFspt8&t=112s

A programação da primeira quinzena do Setembro Amarelo, contou ainda com dinâmicas, cartazes informativos, folders, laços amarelos, vídeo de sensibilização e no dia mundial de prevenção ao suicídio, 10 de setembro, todas as unidades vestiram-se de amarelo, para chamar atenção de todos para o assunto.

Dia Nacional da Humanização é celebrado no hospital

O Dia Nacional da Humanização foi comemorado no HGIS com uma provocação a pacientes e colaboradores: o que é humanização para você?

A dinâmica incentivou as pessoas a refletirem sobre quais sentimentos estão mais relacionados à humanização no atendimento hospitalar. Foram cerca de 140 participantes, que contribuíram com visões positivas: acolher, amor, empatia, cuidado e solidariedade foram algumas das palavras mais lembradas.

As respostas foram colhidas pela equipe de Humanização e também foram enviadas pelos próprios participantes, de forma online. No dia 30 de novembro, a mesma equipe voltou às unidades assistenciais, para apresentar uma nuvem de palavras com os termos de destaque.

“A roda de conversa é um dispositivo da humanização muito utilizado para a educação, sendo uma ferramenta importante de debate e participação dos colaboradores”, afirma a presidente da Comissão de Humanização, Mayumi Quintela. “Apresentamos as percepções dos usuários e dos colaboradores em relação ao significado da humanização para cada um, sendo uma estratégia de sensibilização para o tema e para o fortalecimento dos direitos dos usuários”, explica.

O Dia Nacional da Humanização é celebrado no dia 29 de novembro em todo o país. Desde 2017 faz parte do calendário do HGIS.

Campanha conscientiza profissionais sobre riscos de lesão por pressão

A campanha de lesão por pressão alertou os colaboradores do HGIS para o risco deste evento adverso que acomete, na sua maioria, que pessoas com limitação de movimentos.

Foram realizadas rodas de conversa para sensibilização da equipe assistencial, com discussão de medidas de prevenção e divulgação do tema. “O tema da campanha deste ano foi ‘Mudança faz a diferença’, pensando justamente na medida de prevenção mais importante relacionado a lesão por pressão, que é a mudança de decúbito”, conta a enfermeira Dayane Carreiro.

A temática surgiu a partir das reuniões do Grupo de Pele do HGIS. A enfermeira Adriana Gimenes, que atua na Clínica Ortopédica, percebeu a importância de discutir o tema com os colaboradores do hospital.

 

“Ficar na mesma posição pode agredir a pele,  gerando dor e lesões que muitas vezes se infectam, aumentando a morbimortalidade dos pacientes acometidos. Precisamos nos conscientizar e não se esquecer de fazer a mudança de decúbito”, explica.

HGIS promove Semana das Metas de Segurança do Paciente

A última semana de novembro no HGIS foi focada na Semana das Metas Internacionais de Segurança do Paciente. A campanha contou com a participação de 917 colaboradores.

Eles foram motivados a participar de um EAD na nova plataforma, para atualização dos conhecimentos. Também receberam uma cartilha, com atividades lúdicas e divertidas. Quem preencheu tudo, pôde retirar um brinde de sua escolha no setor de Qualidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) junto a Joint Commission International (JCI) criaram essas metas com o objetivo de reduzir eventos adversos. Estudos realizados em hospitais de todo o mundo mostram que 10% dos pacientes hospitalizados sofrem danos associados a eventos adversos, que podem aumentar o tempo de internação, causar sequelas permanentes e até levar ao óbito.

“A grande questão é que a maioria destes eventos é evitável. Quando analisados, 90% deles envolvem problemas relacionados à identificação do paciente, comunicação, segurança com medicamentos de alta vigilância, processo cirúrgico, infecções relacionadas ao cuidado de saúde e à ocorrência de quedas”, explica a gerente executiva do HGIS, Dr.ª Najara Procópio.

O HGIS implantou as seis metas em 2012, com revisão e melhoria contínua dos processos. Desde então, o hospital tem se esforçado para estimular a adesão de melhores práticas por parte de todos seus colaboradores, através de ampla divulgação das metas e capacitação.

 

“Neste contexto o paciente e sua família são importantes agentes na promoção do melhor cuidado e devem ser envolvidos e sentirem-se empoderados neste direito. Assim, objetivamos melhorar a eficiência e a efetividade do cuidado e tornar a jornada do cuidado uma experiência positiva para nossos clientes e cada um de nós”, finaliza Dr.ª Najara.

Sangue conecta vidas – doe sangue!

Em celebração ao Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado no dia 25 de novembro, o HGIS mobilizou seus colaboradores em prol da doação de sangue. Foram distribuídos panfletos informativos, acompanhados de pirulitos em formato de coração.

Neste período de pandemia, a doação de sangue registrou uma forte queda. Atualmente, a Fundação Pró-Sangue está operando com apenas 40% de sua capacidade instalada, o que pode acarretar em dificuldades dentro dos hospitais abastecidos pela instituição.

Doe sangue! Esta é uma causa nobre. Com uma única doação, você pode salvar quatro vidas. Para doar, você precisa ter entre 16 e 69 anos, pesar acima de 50 kg, estar descansado, não estar em jejum, evitar álcool 12h antes e evitar gordura 3h antes. Não se esqueça de levar documento com foto!

 

Para agendamento e mais informações acesse prosangue.sp.gov.br ou ligue (11) 4573-7800.

Homem, o que você tem feito pela sua saúde?

Você sabia que a mortalidade entre homens envolve outros fatores ainda mais graves que o câncer de próstata?

De acordo com o IBGE, a cada 5 pessoas que morrem entre 20 e 30 anos, 4 são homens. Um recorte mais específico revela um dado ainda mais alarmante: somente no ano de 2014, eles corresponderam a 95% das quase 30 mil mortes por armas. Isso está diretamente relacionado ao fato deles estarem mais envolvidos na maioria das situações de violência.

No aspecto cuidados com a saúde, os homens também se distanciam das mulheres. Cerca de oito em cada dez internações por envenenamento são homens. O mesmo número também vale para as internações por doenças do aparelho digestivo.

Homem, se cuide! Peça ajuda quando se sentir sobrecarregado por alguma situação de estresse, cultive bons hábitos de higiene e vida saudável e não deixe de visitar seu médico. Atitude é se cuidar!

Novembro Azul: atitude é se cuidar!

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais frequente nos homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, a estimativa para 2020 é de mais de 65 mil diagnósticos de novos casos de câncer de próstata.

Quando descoberta precocemente, a doença tem 90% de chances de cura. Para alguns homens, as chances de desenvolver câncer de próstata são maiores: histórico familiar de câncer de próstata (pai, irmão e tio) e obesidade são fatores complicadores. Além disso, homens negros também sofrem maior incidência deste tipo de câncer.

Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos (com fatores de risco) ou 50 anos (sem estes fatores), devem ir ao urologista para iniciar acompanhamento preventivo periódico.

Ajude a mudar as estatísticas, vá ao urologista!

Mulher, se toque!

Existem três formas comuns de realizar o auto exame das mamas: em frente ao espelho, durante o banho e deitada. Confira!

Em frente ao espelho

. Observe os dois seios, primeiramente com os braços caídos
. Coloque as mãos na cintura fazendo força
. Coloque-as atrás da cabeça e observe o tamanho, posição e forma do mamilo
. Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção

Em pé (pode ser durante o banho)

. Levante seu braço esquerdo e apoie-o sobre a cabeça
. Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda
. Divida o seio em faixas e analise devagar cada uma dessas faixas. Use a polpa dos dedos e não as pontas ou unhas
. Faça movimentos circulares, de cima para baixo, repetindo o passo a passo na outra mama

Deitada

. Coloque uma toalha dobrada sob o ombro direito para examinar a mama direita
. Sinta a mama com movimentos circulares, fazendo uma leve pressão
. Apalpe a metade externa da mama (é mais consistente)
. Depois apalpe as axilas, invertendo o procedimento para a mama esquerda


Caso sinta algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, procure um ginecologista. Ele realizará o exame clínico de mama e poderá solicitar a mamografia.

Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia – 2020

Homens também podem ter câncer de mama

Homens também podem ter câncer de mama

Homens também podem ter câncer de mama

Câncer de mama também pode se desenvolver em homens. Embora raro, para cada 200 mulheres diagnosticadas com a doenças, de um a dois homens recebem o mesmo diagnóstico, de acordo com as estimativas oficiais.

Quem pode ter?

É mais comum em homens mais velhos, acima dos 60 anos, bem como pode ser mais frequente em homens com muitos casos de câncer de mama na família (mesmo que em mulheres) ou câncer de ovário. Além do histórico familiar, também pode ter relação com síndromes de predisposição genética, radioterapia em região torácica, dentre outros.

Como é diagnosticado?

Por ser mais raro, os exames só acontecem quando o paciente chega ao médico com alguma queixa. Por isso, é de extrema importância que cada homem preste atenção ao seu corpo. É um tumor assintomático na fase inicial. O sintoma mais comum é o aparecimento de um nódulo (caroço) na mama, com rápido crescimento.

Quais são os sintomas?

– Surgimento de caroço próximo ao mamilo 
– Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro) 
– Dor unilateral na mama 
– Vermelhidão ou descamação do mamilo 
– Secreção ou sangramento pelo mamilo 
– Irritação da pele ou aparecimento de irregularidades na pele 
– Aparecimento de caroço nas axilas 

Campanha chama atenção para risco de infecção de corrente sanguínea

O HGIS promoveu uma campanha de prevenção de Infecção Primária de Corrente Sanguínea. Com o tema “Onde Está o Risco?“, os colaboradores da equipe médica e de enfermagem foram convidados ao Auditório Mario Covas para dinâmicas, que ressaltaram a importância da higiene de mãos para esse tipo de prevenção.

A primeira dinâmica foi realizada em uma Estação de Higienização, onde os colaboradores verificavam o grau de contaminação de suas mãos, através de uma luz roxa. Em outro momento, eles precisavam escolher uma entre sete caixas para explicar a importância de seu conteúdo na prevenção de infecção de corrente sanguínea.

“Foi uma forma diferente de treinamento, buscando a interação e participação dos colaboradores para a abordagem da prevenção de IPCS. Durante a campanha recebemos feedback positivo dos colaboradores elogiando a forma lúdica com que os riscos relacionados à infecção foram trabalhados”, disse a supervisora de enfermagem do SCIH Vanessa Grassmann.